Fevereiro 28, 2012

E se uma bomba atômica caísse hoje na sua cidade?


Paula Rothman, Info Online

“Imagino que essa não é uma pergunta que você se faça todos os dias, mas, caso tenha tido a curiosidade….

O NUKEMAP, que funciona no Google Maps, mostra a área que é afetada ao redor de uma explosão nuclear.

O programinha, criado por Alex Wellerstein, permite que você selecione qualquer cidade e qualquer tamanho de bomba (dá para escolher umas já prontas, usadas na história).

Eu escolhi o centro de São Paulo e uma bomba como a de Hiroshima.”
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Fevereiro 26, 2012

6 suportes decorativos para bicicletas


Ciclo Vivo

“Ter uma bike em casa é uma opção totalmente sustentável para a mobilidade e qualidade de vida. No entanto, encontrar o espaço adequado para abrigá-la pode ser um verdadeiro problema. Diante desta necessidade diversos designers pensaram suportes diferentes que transformam as bicicletas em verdadeiros ambientes de decoração.

O site norte-americano TreeHugger separou uma lista com as melhores ideias e nós repassamos elas a vocês.

1. Knife and Saw -A primeira sugestão é o “Knife and Saw”, um suporte de madeira feito na medida específica do quadro da bike. O bacana desde suporte é o fato de ser discreto e se adaptar perfeitamente a qualquer ambiente. Além disso, o modelo pode ser usado como estante de livros, enfeites ou para armazenar os acessórios ciclísticos. A criação está à venda nos Estados Unidos por US$ 299, mas é simples de ser reproduzido com custos menores.

2. Leonardo – É um modelo antigo e bastante tradicional. Seu ponto forte é o preço acessível, que normalmente não ultrapassa os R$ 50. O molde é básico, composto por uma placa de aço e um gancho simples. Apesar de ser indicado para qualquer ambiente, esse modelo é mais funcional em espaços de nível médio, pois, a bike não utiliza somente a parede e em salas pequenas ela pode atrapalhar a passagem.”
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Fevereiro 25, 2012

5 novas utilidades para as laranjas

“A laranja pode ser apenas uma fruta, mas é possível que ela se torne útil para diversos usos ao invés de ser simplesmente um alimento. O CicloVivo separou cinco dicas de aproveitamento da laranja.


1. Use para acender churrasqueiras ou lareiras

Cascas de laranja e limão secos são ótimas escolhas para substituir o jornal. Eles cheiram melhor e produzem menos creosoto (composto químico), além do que, os óleos inflamáveis encontrados no interior das cascas capacitam-nas a queimar por muito mais tempo do que papel.

2. Faça um Sachê

Os sachês têm sido usados ​​há séculos para preencher espaços pequenos com uma fragrância agradável, bem como para combater traças. Eles também são incrivelmente fáceis de fazer. Pegue um punhado de cravo e finque-os em uma laranja, cubrindo toda a superfície. Feito isso, suspenda o sachê usando um pedaço de barbante ou linha de pesca dentro de um guarda-roupa ou armário. Isso manterá o espaço cheiroso e fresco durante anos.”
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Fevereiro 24, 2012

Jejum faz bem ao cérebro

Segundo pesquisa norte-americana, jejuar um ou dois dias ajuda a evitar doenças como Parkinson e Alzheimer


Top models e muçulmanos vão gostar desta notícia: jejuar um ou dois dias por semana pode proteger o cérebro contra doenças degenerativas como Parkinson ou Alzheimer. As conclusões constam de um estudo realizado pelo National Institute on Ageing (NIA), em Baltimore, nos Estados Unidos.

“Reduzir o consumo de calorias poderia ajudar o cérebro, mas fazer isso simplesmente diminuindo o consumo de alimentos pode não ser a melhor maneira de ativar esta proteção. É provavelmente melhor alternar períodos de jejum, em que se ingere praticamente nada, com períodos em que se come o quanto quiser”, disse Mark Mattson, líder do laboratório de neurociências do Instituto, durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver, no Canadá.

De acordo com este especialista, citado pela BBC, seria suficiente reduzir o consumo diário para 500 calorias, o equivalente a alguns legumes e chá, duas vezes por semana, para sentir os benefícios.”

Fevereiro 23, 2012

Novo Sonic recupera raízes da série


Hedgehog 4: Episode 2 traz personagens e características dos tempos de Mega Drive

Lucas Reginato, Brasil 247

Se algumas pessoas já apostavam que o ouriço azul mais famoso do mundo estaria preparando sua aposentadoria, eles serão surpreendidos. Imagens de Sonic the Hedgehog 4: Episode 2 vazaram na Xbox Live e agradaram especialmente os fãs que já terminaram o criticado primeiro episódio do jogo.

Pelo que já foi anunciado pela SEGA e pelas imagens vazadas, o novo game vai contar com alguns personagens que não apareceram no título anterior. O grande destaque é Tails, a raposa de duas caudas, que será jogável e peça importante no enredo. Sua presença denuncia ainda a possibilidade de jogar no modo cooperativo, com dois jogadores na mesma tela.

Outra mudança em relação ao episódio anterior é o vilão da história. No primeiro episódio, Sonic tinha a missão de derrotar o inteligente Dr. Eggman - já no próximo lançamento será Metal Sonic, o clone metálico do herói, que vai fazer o papel de vilão.

Todas essas novidades já confirmadas aparentam ser uma tentativa da SEGA de retomar características dos jogos mais antigos da série no Mega Drive. O lançamento oficial deve ser feito ainda esse ano, a partir do segundo semestre, para as plataformas iOS, Android e WP7 além de Xbox Live e Sony Network.”

Fevereiro 22, 2012

Psicologuês, você fala essa língua?

Uma das invasões mais bem sucedidas dos últimos cem anos é a penetração do vocabulário psi no linguajar comum. Esse sucesso é prova da imensa importância que a psicologia se reveste na atual revolução mundial dos costumes

Luis Pellegrini / Revista Oásis

"Meu marido tem um ego do tamanho de um bonde. Claro, com a mãe histérica que ele teve, só poderia mesmo se tornar um edipiano obsessivo. O tempo todo ele manifesta traços esquizoides. Mas não vou ficar paranoica, não vou frustrar minhas pulsões naturais nem meus desejos e impulsos por causa dele. Não vou projetar no mundo minhas carências nem minha falta de um marido verdadeiro. Não vou deixar que essa relação bloqueie minha libido, nem que me transforme numa neurótica reprimida, dessas que somatizam as agressões de que são vítimas. Ele pode ter pulsões sádicas, mas eu não sou uma masoquista. Minha resiliência impedirá que eu desenvolva um sentimento de rejeição por causa desse verdadeiro ato falho que é meu casamento".

Você entendeu tudo o que essa lamentosa esposa quis exprimir no texto acima? Parabéns! Você fala psicologuês. O texto contém nada menos de 27 expressões correntes dessa nova língua inventada ao longo do século 20 pelos psicólogos.

Sem nos darmos conta, o psicologuês invadiu nossas casas, nosso ambiente de trabalho, nossas escolas, nossa vida social e passou a fazer parte do quotidiano das pessoas. Como tudo que cai na boca do povo, esse imenso vocabulário especializado, ao se popularizar, adquiriu infinitos matizes e significados.

No Brasil e no resto do mundo, o fenômeno não cessa de se ampliar. Nem poderia ser diferente, já que entre nós a psicologia se tornou uma das profissões mais importantes e procuradas, e as diversas psicoterapias se transformaram em artigos de consumo de massa.

Não temos, no Brasil, dados precisos a respeito de quantos profissionais atuantes da psicologia existem, nem de quantos brasileiros recorrem ou já recorreram a seus serviços. Mas os números em nosso país devem ser proporcionais aos da França. Na França, onde estatística é coisa séria, as informações são claras. Em 1945, haviam apenas 11 psicanalistas naquele país. Em compensação, o último censo, de 2003, mostra que hoje um pequeno exército de 5 mil psicanalistas, 13 mil psiquiatras, 1.200 pedopsiquiatras, 15 mil psicoterapeutas e 40 mil psicólogos está à disposição para cuidar da alma de uma população francesa de cerca 70 milhões de pessoas.”
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Fevereiro 21, 2012

Mudanças climáticas podem explicar infidelidade entre pássaros


Ciclo Vivo

“Um estudo norte-americano, divulgado recentemente, sugere que as aves podem procurar genes diferentes para seus filhotes quando estão sem saber o que o futuro trará. A descoberta pode ajudar a prever o que vai acontecer com as mudanças climáticas nas próximas décadas.

Se as condições climáticas tornam-se mais variáveis em determinados lugares, como alguns modelos de previsão, as aves poderiam se adaptar, tornando-se mais infiéis. Este comportamento, não é considerado necessariamente uma coisa ruim.

"A mensagem geral do trabalho é que há muita esperança porque as fêmeas ainda podem empregar todos esses mecanismos que elas usam para encontrar o melhor parceiro disponível", disse Carlos Botero, ecologista evolutivo da Universidade do Estado da Carolina do Norte, em Raleigh.

A pesquisa, denominada “Fluctuating Environments, Sexual Selection and the Evolution of Flexible Mate Choice in Birds”,  também pode oferecer uma visão sobre os motivos que levam as pessoas a se desviarem de seus companheiros.

"Os seres humanos foram capazes de transformar o ambiente a um nível tal que os processos básicos, como chuvas e temperatura nos afetam muito pouco", disse Botero. Mas, segundo ele, as mudanças no mercado de ações ou outros indicadores econômicos poderia servir como o equivalente humano de um ambiente variável.

"Você pode pensar que esse é o homem dos seus sonhos baseado em um mundo que você acha que está ocorrendo", disse Botero. "Mas se o mundo muda, sua ideia pode mudar também."
Foto: Corbis
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Fevereiro 20, 2012

Infidelidade na internet

Como as redes sociais, os serviços de trocas de mensagens e os sites especializados estão sendo usados pelos brasileiros em busca de casos extraconjugais

Rachel Costa e Flávio Costa, ISTOÉ

Conheça, em vídeo, duas histórias de mulheres infiéis. A primeira é casada e usa um site de infidelidade para trair o marido. E nossa segunda personagem diz ter sido infiel ao usar uma webcam com outro homem.

No canto esquerdo da página do Facebook, uma foto que em nada lembra seu rosto, acompanhada de um nome que também não corresponde ao de sua identidade. No espaço reservado aos amigos, apenas um perfil feminino – tão falso quanto o dele. Ali, protegidos do mundo real, J. e M., 39 anos, criaram um ambiente reservado onde podem conversar, trocar intimidades e marcar encontros. Tanta discrição tem sua razão: ambos são casados e traem seus cônjuges. Namorados na adolescência, o casal se reencontrou após 20 anos de absoluto distanciamento. O cenário da reaproximação foi o próprio Facebook, mas, na ocasião, os dois usavam seus perfis verdadeiros. Quem deu o primeiro passo foi J., que, frustrado em seu relacionamento, utilizava a rede para dar umas escapadas. “Me encontrei com umas três mulheres pelo Facebook até reencontrar M.”, diz. Há seis meses a reaproximação virtual se transformou em saídas no mundo real, com direito a planos de separação dos atuais parceiros e projetos de casamento em breve. Sem medos, afinal, J. acredita que M. não voltará ao computador em busca de outro caso. “Acho que nós temos maturidade suficiente para não repetir os erros que nos levaram a essa situação”, diz.

J. e M. são personagens dessa nova trama em que a rede serve de pano de fundo para repaginar velhos comportamentos. Afinal, histórias de infidelidade sempre permearam os relacionamentos amorosos. O que muda são as ferramentas para que isso ocorra, cada vez mais abundantes e sofisticadas graças à internet. O mundo virtual tem se mostrado tão bom parceiro aos infiéis que muita gente, como a americana Katherine Hertlein, autora do “Manual para o Tratamento Clínico da Infidelidade” já considera essa a era da cybertraição. “Quanto mais as tecnologias de comunicação se desenvolvem, mais a internet é usada para a traição”, disse à ISTOÉ. Se o advento da telefonia móvel criou um canal direto entre os amantes, evitando os constrangimentos anteriores de ter de ligar para o telefone de casa ou do trabalho para marcar os encontros extraconjugais, a internet dá um passo além. Serviços de troca de mensagem, como MSN, Skype e Gtalk ajudam o contato. Redes sociais, como o Facebook, permitem garimpar antigos e novos conhecidos. E ainda há os sites especializados. “As redes sociais mudaram drasticamente o modo como nos conectamos com as pessoas”, disse à ISTOÉ a pesquisadora Millie Darvell, da Escola de Psicologia da Universidade de Queensland, na Austrália. “Ferramentas como o Facebook aumentam as oportunidades para conhecer e saber mais sobre os outros, o que pode ajudar na hora da traição.”
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Fevereiro 19, 2012

Projeto pode criminalizar games violentos


Monica Campi, INFO Online 

“O Senado Federal brasileiro prepara para este ano a votação de um projeto de lei (PL) polêmico que pretende tipificar como crime games com conteúdos considerados ofensivos ou violentos.

O PL 170/06, de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), tramita no Congresso desde 2006, porém somente na última quarta-feira (15) o texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e segue agora para votação no Senado, onde se aprovado será transformado em Lei.

O projeto prevê tornar crime os atos de “fabricar, importar, distribuir, manter em depósito ou comercializar jogos de videogames ofensivos aos costumes, às tradições, cultos, credos, religiões e símbolos”. O PL toma como base um artigo da lei 7.716/89, que classifica como crimes passíveis de punição atitudes relacionadas a preconceito de raça ou cor.

No entanto, o projeto vem criando polêmicas devido a suas definições consideradas genéricas para concluir quais jogos serão enquadrados dentro da Lei. Autuar um game como violento ou que fere costumes morais de um povo poderá abrir brechas para proibições de jogos de forma geral.

Segundo a Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games (Acigames), embora as intenções do projeto sejam “louváveis” em querer proteger grupos étnicos ou religiosos, a falta de definições claras pode criar uma censura retrógrada e desnecessária no mercado de games no Brasil considerado um dos maiores e mais importantes do mundo.

“Para ter uma ideia do sucesso do mercado de games no Brasil, em 2011 realizamos o dia do Jogo Justo [venda de jogos sem impostos]. Batemos um recorde com cerca de 10 jogos vendidos por segundo, esgotando um estoque de 55 mil games em 3 horas. Esse projeto de lei irá prejudicar diversos setores por conta da falta de conhecimento do senador", afirmou Moacyr Alves Júnior, presidente da Acigames.”
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Fevereiro 18, 2012

Dica de Turismo: Sossego e água doce na Serrinha do Alambari


Ciclo Vivo

“A Serrinha do Alambari é uma ótima alternativa de turismo ecológico para quem quer fugir da bagunça do carnaval e encontrar sossego em meio à natureza. Pertencente a uma Área de Preservação Ambiental, a Serrinha mantém tradições dos séculos XIX e XX, mescladas com atividades ecológicas.

Para acessar o santuário natural, que possui 4.500 hectares, é necessário seguir pela RJ-163, rodovia que dá acesso a Visconde de Mauá. O trajeto é recompensado por belas paisagens. A geografia da Serrinha é privilegiada e isso beneficia muito os turistas que gostam de cachoeiras e banhos em rios com águas límpidas.”
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Fevereiro 17, 2012

5 obras de arte inusitadas feitas de material reciclado


Ciclo Vivo

“Não é de hoje que a arte se apropria de materiais desprezados pela maioria das pessoas. Praticando a reutilização e exercendo a sensibilidade artística, diversas peças de arte são criadas a partir de simples utensílios. Conheça cinco exemplos de obras bacanas:

1. Arco Bicicleta feita a partir de uma coleção de bikes quebradas

Imagine um arco feito inteiramente de bike. O trabalho inusitado foi feito pelos designers Mark Grieve e Ilana Spector, que utilizaram muitas bicicletas quebradas na montagem. Só ao olhar já é possível imaginar o trabalho para manter toda a estrutura em pé e sem riscos para as pessoas que passam ao redor.

O conceito criativo veio da ideia de criar uma porta de entrada para a área de estacionamento de bikes. Os veículos foram coletados de organizações sem fins lucrativos que reconstroem bikes para crianças. A instalação foi temporária e as bicicletas foram levadas para reciclagem.  

2. Cachorro com brinquedos infantis

Bem construído, vibrante e trabalhoso. Estas palavras talvez resumam a obra construída pelo escultor britânico Robert Bradford. A partir de pequenos brinquedos quebrados, velhos ou inutilizáveis, ele monta animais, principalmente, cachorros.

O trabalho chama atenção pelas cores vivas e alegres. A reciclagem não era seu propósito principal, mas ele já criou diversas peças com este conceito. A ideia faz parte do projeto Recycled Toy Sculptures, criado em 2004.”
Imagem: Green Diary
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