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É correto cometer crueldades com um robô?

Experimentos demonstraram o desconforto de voluntários com a crueldade com robôs




Ao tirá-lo da caixa, a sensação é de estar segurando um filhote recém-nascido: seu dono é quem tem que ensinar a ele tudo sobre o mundo.

Mas depois de deixar as pessoas brincarem e darem colo ao dinossaurinho durante uma hora, Darling se tornou uma carrasca. Distribuiu aos participantes facas e machadinhas e os mandou torturar e desmembrar o brinquedo. “O que aconteceu em seguida foi muito mais dramático do que eu podia imaginar”, conta ela.

Darling é uma pesquisadora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. Para ela, nossa reação à crueldade com robôs é importante porque uma nova geração de máquinas está nos obrigando a repensar nossa relação com elas.

Vencedor do The Voice Brasil está se achando, diz jornal

Sam Alves dá uma de estrela em boate no Rio de Janeiro, diz jornal / Orlando Oliveira/AgNews
"Sam Alves não desgruda de segurança e se recusa a tirar foto com fã em boate

Do R7

Sam Alves, o vencedor do The Voice Brasil, já estaria dando sinais de estrelismo.

De acordo com o jornal O Dia, desta sexta-feira (10), o cantor foi flagrado em uma boate, no Rio de Janeiro, sem desgrudar do segurança.

Sam ia até ao banheiro com o guarda-costas. O cantor ainda teria recusado tirar uma foto com uma fã no local.

Ele teria dito que a religião não permite que ele seja visto em uma casa noturna."

Literatura histérica: mulheres atingem orgasmo enquanto lêem


Série de vídeos mostra mulheres lendo e atingindo orgasmos. Autor diz que pretendeu mostrar o contraste entre cultura e sexualidade, já que o orgasmo feminino ainda é criminalizado em algumas sociedades e religiões








Argentina tem o primeiro "clube de homens abandonados por uma mulher"


Julián Gonnella, UOL / EFE

“Após ser dispensado por sua namorada, o músico argentino Roberto Lázaro criou o primeiro "clube de homens abandonados por uma mulher", que em menos de um ano reuniu mais de 1.700 homens que viveram uma experiência similar e com o qual procura romper estereótipos machistas.

"Fiquei abatido com o abandono de uma mulher após sete anos de namoro. Éramos quase um casal consumado, ela era quase minha esposa. Íamos ter filhos e todas essas coisas, mas você nunca pensa que essa pessoa irá embora", relata Lázaro à Agência Efe.

O vocalista da banda pop Sinusoidal explica que sua relação se deteriorava porque havia reiteradas "injúrias sem sentido" e "silêncios profundos", mas que seu fim ocorreu de forma repentina, quando, ao voltar para casa após uma discussão, viu suas coisas empacotadas.

Marco Feliciano, o homem que desafia o País


Apesar do clamor nacional pela renúncia do presidente da Comissão de Direitos Humanos, o pastor-deputado e seu partido, o PSC, ainda resistem, movidos pelo oportunismo político. Para desistir, agora eles querem cargos no governo

Claudio Dantas Sequeira e Izabelle Torres, ISTOÉ

Los Angeles (EUA), 1905. Em uma pequena igreja do subúrbio, o pastor evangélico William Seymor promove conversões em massa, iniciando o fenômeno que passaria a ser conhecido como avivamento. Belém do Pará, 1910. Desembarcam no País os pastores suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg com a missão de fundar a Assembleia de Deus, entidade que se tornaria a maior denominação evangélica do Brasil. Um século depois, em 2010, o engraxate Marco Feliciano aluga uma sala comercial e registra em cartório sua própria igreja: a “Assembleia de Deus – Catedral do Avivamento”. Desde então, por meio dela, além de explorar economicamente a fé alheia, professa o racismo, a homofobia e o machismo. Em suas pregações, sejam elas no púlpito, sejam no Parlamento ou nas redes sociais, Feliciano tenta impor o atraso a uma sociedade em inequívoca evolução, na qual as vozes da intolerância são sufocadas cada vez mais pelas dos defensores da igualdade entre os homens, independentemente de cor, raça, gênero, credo e opção sexual. Para piorar, o pastor-deputado, sem o menor constrangimento, em nome de ideias ultrapassadas com claro viés autoritário e de conotação desagregadora, profana a memória dos líderes religiosos que ele mesmo escolheu como patronos. Ao tachar um negro de pessoa “amaldiçoada por Noé”, Feliciano desrespeita a todos, incita o ódio e ainda omite de seus fiéis e eleitores que o pastor Seymor, prócer do avivamento, era afrodescendente e já naquela época defendia a liderança feminina nas igrejas. Ele também esconde debaixo do tapete do preconceito e da intolerância que a Suécia, de Vingren e Berg, mesmo sendo o berço do calvinismo protestante, não vacilou ao reconhecer no início do século XXI o casamento homossexual e a adoção por casais gays.”
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Na lógica de Danuza, proteção pune domésticas


Tal qual os senhores de escravos do século XIX, que diziam que os negros não poderiam ser libertados, pois seriam entregues à própria sorte, a colunista Danuza Leão, da Folha, argumenta que a PEC das Domésticas, aprovada pelo Senado Federal, na verdade pune tais profissionais, uma vez que, com maiores direitos trabalhistas, como FGTS e adicional noturno, elas serão dispensadas pelas patroas


No século XIX, os escravocratas tinham um discurso na ponta da língua. Negros não podiam ser libertados porque, sem a proteção dos fazendeiros, que, afinal de contas, lhes devam abrigo e alimentação, seriam entregues à própria sorte. Neste domingo, aquele velho discurso ecoou na Folha de S. Paulo, na coluna da escritora Danuza Leão, que já viveu seus dias de glória como socialite.

No texto "A PEC das empregadas", Danuza escreve sobre o projeto de lei aprovado em primeiro turno pelo Senado Federal, que amplia direitos de tais profissionais, com a exigência de benefícios como o recolhimento de FGTS e o pagamento de FGTS. Ela prevê que o projeto, se não for bem discutido, colocará muita gente no olho da rua, uma vez que as patroas da classe média alta não conseguirão manter o privilégio – que, aliás, não existe em boa parte do mundo civilizado, que Danuza bem conhece.

'Brokeback Pinguins' ou o caso dos pinguins gays de Toronto


Exemplares de espécie ameaçada de extinção, Buddy e Pedro foram separados para que pudessem procriar
“Contra a expectativa geral de que se dessem com fêmeas e colaborassem com a manutenção da espécie no zoo da cidade, os machos Buddy e Pedro formavam um casal

Último Segundo

O encontro era improvável. Buddy era um viúvo com filhos, Pedro era mais novo e inexperiente. Mesmo assim, desafiando as convenções, eles pareciam apaixonados. Moravam juntos – dividiam o mesmo ninho - e eram inseparáveis.

Até o fim de 2011, Buddy e Pedro, dois pinguins africanos machos do Zoológico de Toronto, no Canadá, se comportavam como um casal. Já chegaram “casados” de um zoológico americano e ficaram muito populares na Internet, ganhando o apelido de “Brokeback Iceberg” (em alusão ao filme “O Segredo de Brokeback Mountain”, filme do diretor Ang Lee que mostrava o romance proibido entre dois caubóis).

Assim como no filme, a relação dos chamados “ pinguins gays de Toronto ” também teve um fim triste. Eles são de uma espécie ameaçada e era necessário que procriassem para afastar o risco de extinção. Então eles foram separados .

Três dias após a separação, Buddy já tinha se conformado com a situação e formado um novo casal com a fêmea Farai. Pedro não foi tão rápido. Foram necessárias várias tentativas com outras fêmeas até ele fixar par com Thandiwe.”
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Menino de 8 anos e mulher de 61 se casam na África do Sul



Garoto de 8 anos se casa com mulher de 61 na África do Sul. Por pedido de seu avô, menino se casou e fez a festa de sua família em pequena cidade africana

Cerimônia de casamento entre menino de 8 anos e mulher de 61 na África do Sul (Foto: Reprodução/Barcroft Media)
Foto: O casamento nada convencional entre um menino de 8 anos e uma mulher de 61 na África do Sul

A música pop em 12 ícones gays

Cazuza em 1986. Foto: Divulgação/Vania Toledo
Cássia Eller no Rock in Rio, em 2001. Foto: AE
A cantora Ana Carolina. Foto: Rennan Teixeira/Focka
Freddie Mercury durante show do Queen em 1977. Foto: Getty Images
Madonna: talvez o maior ícone gay em atividade na música pop. Foto: AgNews
O músico Elton John. Foto: WireImage
A australiana Kylie Minogue. Foto: Getty Images
A cantora Lady Gaga. Foto: AFP PHOTO/Francois Guillot
O cantor Ney Matogrosso. Foto: Divulgação
Neil Tennant, do Pet Shop Boys, em show em São Paulo. Foto: Marcela Tavares
A banda Scissor Sisters. Foto: Jorge Rosenberg

Cher, um dos maiores ícones gays da música. Foto: Getty Images

Pesquisa: 71% dos homens preferem mudar opinião a brigar com mulheres


A palavra final é delas: 71% afirmam preferir mudar de opinião para não brigar com a mulher


“Um estudo divulgado pelo Data Popular Instituto de Pesquisa mostrou que as mulheres têm grande poder de decisão dentro dos lares – e que os maridos concordam com isso.

O levantamento, feito no último trimestre de 2012 com 800 homens casados de 44 cidades, mostrou que 86% dos homens atribuem às mulheres a decisão de compras no supermercado; 79% deixam elas decidirem o destino da viagem de férias da família; e 71% não se importam de deixar o próprio estilo também a cargo delas. Além disso, 58% afirmaram que o carro da família é de responsabilidade da mulher, assim como 53% deixam a elas o comando do computador.

Quando o assunto é dinheiro, 61% afirmam que as parceiras conferem sua conta no banco e sabem exatamente o quanto eles ganham. Ainda 79% têm certeza de que as esposas possuem dinheiro guardado sem eles saberem. A palavra final também é delas: 71% dos homens afirmam preferir mudar de opinião para não brigar com a mulher.” 
Foto: Getty Images

Os 10 pecados do sexo casual

Sexo casual não tem que ser 
uma coisa impessoal, muito 
menos grosseira

Especialistas apontam aqueles erros imperdoáveis mesmo numa relação casual e dão dicas para tornar a experiência não só agradável como elegante

Alexandre Adoni, iG

Sexo casual não precisa ser uma experiência impessoal e descartável. Não importa se vocês já se conheciam ou se acabaram de se conhecer: transar sem compromisso pode e deve ser uma experiência bacana e amistosa.

O Delas conversou com especialistas para descobrir e comentar os 10 pecados mais comuns do sexo casual. Leia, combine o jogo com seu parceiro e divirta-se, sem culpas e com elegância.

Sair correndo depois do sexo
Depois do sexo, catar a roupa e sair correndo só se o encontro tiver sido absolutamente desastroso! Pode ficar para o café da manhã? Sim! “É bem-educado. Só não pode ter muito apego, uma coisa que gere sentimento”, explica Rodrigo Farah, jornalista, consultor de conquista e paquera e colunista do Delas.

O segredo é sempre tratar o outro com gentileza. Se for inevitável “sair correndo”, é bom deixar claro antes. “Diga, ok, nós vamos transar. Eu sei que não vou resistir e estou super a fim, mas realmente preciso entregar um trabalho amanhã e precisarei sair em seguida”, sugere Vanessa de Oliveira, ex-garota de programa, escritora e consultora da revista Playboy.

Folgar na casa do parceiro
Perguntar sobre fotos, ir abrindo a porta da geladeira ou, então, atender o telefone do outro, nem pensar! Isso é invadir todas as zonas de conforto: “Alguns espaços são compartilhados. A cama e o banheiro são permitidos, mas, se avançar mais do que isso, incomoda”, pontua o psicólogo Thiago de Almeida, ressaltando ainda que esse tipo de aproximação pode repelir o parceiro.”
Foto: Thinkstock/Getty Images
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Transexual pode se descobrir já na primeira infância, dizem especialistas


Coy brinca em sua casa na cidade de Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)

“Criança deve ter avaliação psicológica, e pais precisam dialogar com escola. Caso de garoto de 6 anos que se vê como menina ganhou destaque.

Luna D'Alama, G1

A identificação com o sexo oposto e o eventual desejo de uma pessoa em assumir uma nova identidade de gênero começa geralmente na primeira infância, entre os 4 e 6 anos de idade, segundo o psicólogo clínico e psicanalista Rafael Cossi, autor do livro "Corpo em obra", lançado em 2011 após análise de seis biografias de transexuais.

Na última semana, o G1 publicou a história do menino americano Coy Mathis, de 6 anos, que se identifica como menina e é aceito pelos pais, mas tem tido problemas na escola ao querer usar o banheiro feminino. Segundo a família, Coy age assim e brinca com bonecas desde que tinha 1 ano e meio.

Nessa idade, ainda não dá para falar se a criança será um transexual no futuro. Isso porque não se sabe até que ponto ela só está brincando de se comportar como alguém do outro sexo ou se esse já é um indício de transexualidade", diz.

Transexual é a pessoa que tem um transtorno mental e de comportamento sobre sua identidade de gênero, ou seja, nasce biologicamente com determinado sexo, mas se vê pertencente a outro e cogita fazer tratamentos hormonais e cirurgia para mudar o corpo físico. Ao contrário do que já acreditaram psicanalistas no passado, esse não é um caso de psicose, com alucinações e delírios, defende Cossi.”
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Um terço dos homens já fingiu orgasmo, diz pesquisa


A pressão por sentir e dar prazer pode
fazer homens fingirem orgasmo
Foto: Getty Images
Portal Terra

“Um estudo realizado pela Universidade de Kansas, divulgado pelo jornal Daily Mail, apontou que sete em cada 10 mulheres já fingiram orgasmo, enquanto a taxa entre os homens ficou em 28%. Pessoas dos dois sexos declararam os mesmos motivos: o clímax do parceiro foi intimidante, fazendo com que eles se sentissem pressionados a expressar seu orgasmo. Outras razões citadas foram o desejo de terminar sem machucar os sentimentos do parceiro e o tédio após perceber que não chegariam lá.

A pesquisa, publicada no Journal of Sex Research, questionou 281 homens e mulheres sobre seus hábitos sexuais. Com isso, os pesquisadores descobriram que, em muitos casos, as pessoas fingiram orgasmo por se sentirem sob muita pressão para que realmente aproveitassem o sexo, especialmente os homens.

Cozinhar e comer podem ser caminhos de crescimento espiritual


Aquilo que comemos e o modo como comemos e preparamos nossos alimentos afeta a natureza das células e o funcionamento dos nossos órgãos. Cozinhar e comer podem ser poderosas formas de meditação

Luis Pellegrini, Oásis / Brasil 247

Adoro comer, não vou negar. Considero a gastronomia uma arte nobre, e creio que o simples fato de podermos todos os dias desfrutar do prazer da comida é uma prova da bondade de Deus. Que fazer, se sou como os peixes que se deixam fisgar pela boca? Um amigo pouco respeitoso chegou até a sugerir que provavelmente nunca saí da fase oral, mas não dei a mínima. Se ele é faquir e gosta de jejum, o problema é dele. Os quilinhos a mais que tenho de carregar? Paciência. Tudo na vida tem seu preço. E minha avó Anna, uma italiana sábia e gulosa, amante da polenta, dos queijos e dos bons vinhos, sempre me ensinou que "mais vale um gosto que dez vinténs no bolso". Sigo à risca o seu conselho. E que meu cardiologista não leia nada do que estou dizendo. Não quero que me passe mais um sabão.

Descobri cedo que comer é um prazer, além de atividade necessária à subsistência. Mas levei muito tempo para perceber que pode ser também uma forma de meditação, uma poderosa ioga capaz de nos integrar e harmonizar com o todo do qual fazemos parte. Entendi isso num dia luminoso, na Turquia, às margens do Bósforo, o estreito que interliga o Mar de Mármara e o Mar Negro e separa o continente europeu do asiático.’
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Pesquisa revela que 27% das pessoas acredita que Deus interfere nos resultados esportivos



“Por ocasião do SuperBowl, o Public Religion Research Institute realizou um levantamento entre o público norte-americano e descobriu que 27% das pessoas acreditam que Deus “desempenha uma função na definição de qual time vence” os jogos.

A pesquisa descobriu ainda que mais de 50% das pessoas acreditam que “Deus recompensa os atletas que tem fé com boa saúde e sucesso”, segundo informações do Click Orlando.

O diretor executivo do instituto, Roberto P. Jones afirmou que surpreende saber que, apesar do profissionalismo atual, as pessoas enxergam a intervenção divina no esporte: “Em uma era onde os esportes profissionais são movidos por dólares e estatísticas, um número significativo de americanos vê uma mão divina no jogo”.

O linchamento de Zezé Polessa



“Confesso não ter muita paciência para o chamado efeito-manada nas redes sociais. Por isso não tinha lido muita coisa sobre o episódio da atriz Zezé Polessa com o motorista que trabalhava para a Globo.

Li, agora, uma reportagem de O Dia sobre o tema. Entrevistaram a filha do motorista. Ele era cardiopata, sentira-se mal no dia fatídico, a ponto da filha pedir que não fosse para o trabalho. 

Foi, pegou a atriz – que tinha compromisso de gravação – e levou-a a um endereço errado. Teria levado uma bronca. Deixou a atriz, piorou (pois já estava mal quando saiu de casa, a ponto de sua situação chamar a atenção da filha), foi para um hospital onde morreu.

Mulheres preferem ter chefe homem, diz pesquisa



InfoMoney / Yahoo!Noticias

“Uma pesquisa realizada pelo site de relacionamento Par Perfeito revelou que as profissionais preferem ter chefe homem do que chefe mulher. A resposta foi apontada por 76% das entrevistadas. Apenas 24% disseram que preferem ter uma mulher no comando no ambiente de trabalho do que um homem.

No caso dos homens, 51% têm preferência por chefe mulher e 49% por chefe do sexo masculino.

Assistente pessoal O estudo perguntou também sobre a preferência no caso de assistente pessoal. Entre as entrevistadas, 53% responderam que escolhem o sexo oposto.

 Já os profissionais declararam que preferem as mulheres. A resposta foi indicada por 85%.” 

Entrou em crise? Aproveite então para mudar



As crises por que passamos não devem ser necessariamente encaradas como situações negativas, nem como castigos indevidos. Cada crise representa uma oportunidade real de transformação: é a própria energia da crise a força que promove mudanças reais na nossa vida

Luis Pellegrini, Oásis / Brasil 247

Legenda capa: "O que você vê pode não ser real", do escultor chinês Chen Wenling, atualmente exposta em uma galeria em Pequim

Para expressar “crise”, os chineses utilizam dois ideogramas, significando respectivamente “risco” e “oportunidade”.


O risco é inerente à crise. Mas é difícil entender que na crise, no risco, na situação perigosa e/ou limítrofe, também está embutida a oportunidade de renovação, de superação, de criação, de aprendizado. Perdas em geral implicam em crises.

Há alguns anos, Marina, amiga dos  tempos de colégio, me telefonou em desespero. Não conseguia retomar o rumo da sua vida desde a perda do filho, morto de AIDs aos 24 anos. Marquei com ela um encontro naquele mesmo dia, logo após o expediente. Iríamos ver O pequeno Buda, filme de Bernardo Bertolucci que acabara de entrar em cartaz, e depois sairíamos para jantar e conversar.

Sentados à mesa, num canto discreto do restaurante, observei  seu rosto, ainda belo,  embora devastado pela amargura, pela culpa e o ressentimento. Divorciada há muitos anos, criara praticamente sozinha o casal de filhos. Sentia-se agora rejeitada pela vida, cheia de raiva por aqueles que tinham desprezado seu filho devido à natureza de sua doença. Não conseguia entender “onde falhara”, nem por que fora “punida com aquele castigo” que considerava indevido.”
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